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Rede Mulher de TV, o começo e o fim

Memória de Isabel Fomm de Vasconcellos

 

Também Comandaram programas na Rede Mulher: Cátia Fonseca, Ricardo Corte Real, Ronnie Von, Sula Miranda, Giba Um, Leão Lobo, Glauce Graieb, Marisa Leite de Barros, Alessandra do Vale, Amália Rocha, Norma Blum, Mariana Braga, Marianna Dib, Nani Venâncio, Luciana Camargo, Renata Vianello, Liliane Mosca, Liliane Ventura, Myla Christie,Gisele Kato, Andreia Tomé, Paulinho Boa Pessoa, Paulinho Salgado, Ivi Mari, Márcia, Clodovil, Márcia Goldschmidt, Rosana Hermann, Andreia Reis, Cristina Cairo, Magdalena Bonfilioli, Ronaldo Esper, Rodolfo Bottini.

 

 

Na Festa dos 12 anos, os apresentadores da Rede Mulher:

-de pé: eu, Cinthya Maggi, Dotan. Miriam Sobral, Alan Villa, Adriana de Castro e Solange Frazão.

Sentados: Fátima Turci, Marcus Cacais (diretor artístico),Claudia Pachedo e Tânia Rodrigues.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Em 1994 eu tinha 43 anos e achava que a minha carreira na TV já tinha acabado. Eu apresentara, de 1985 a 1990 um programa feminista (Condição de Mulher) em várias emissoras, inclusive Gazeta e Record, e produzira um programa médico (Junta Médica) que começara 10 anos antes.

Em 94, afastada da TV, eu realizava de outros trabalhos, como a Videoteca Científica da Associação Paulista de Medicina.

 

Um dia, meu irmão Alvan, que ocupara ótimas posições em muitas emissoras de TV, me telefonou:

- Bel – disse ele – uma nova TV em UHF vai inaugurar sua emissora em S.Paulo. É o canal 42, de propriedade da família do Roberto Montoro. O Montoro foi diretor comercial da Rede Globo, mas se afastou para administrar uma pequena rede de TVs no estado de São Paulo, com sede em Araraquara, a Rede Morada do Sol. Eles têm muitas emissoras no estado e algumas em outras capitais. Já foram afiliadas da Rede Bandeirantes e são atualmente da Rede Manchete (atual Rede TV). Bom, acontece que eles têm esse canal em São Paulo, o 42, e se não colocarem em operação vão perder a concessão. Então eles vão abandonar a filiação à Manchete e vão partir para uma rede própria. O diretor de programação é o Waldemar de Moraes, lembra dele?

 

- Lembro – respondi – Falamos com ele uma vez para colocar o nosso programa médico em Araraquara e ele não se interessou muito.

 

- Pois é. Mas agora vai se interessar. Ele tem uma rede inteira para montar em termos de programação. Marquei pra gente ir lá, você e eu, no dia 12 de junho. É na Granja Julieta, onde há anos, funciona uma rádio deles, aquela que fez sucesso nos anos de 1970 como Rádio Mulher. O que é que você acha de oferecer o programa Junta Médica e o Condição de Mulher a eles?

 

Respondi, confesso que sem muito entusiasmo:

- Bom, vamos lá.

 

Fomos. Era uma antiga casa, na Rua da Granja Julieta, com inclusive uma piscina soterrada para dar lugar a um pátio. Uma portaria improvisada. Estúdios sendo construídos. Waldemar de Moraes, pioneiro da TV no Brasil, com passagens por grandes emissoras, ouviu os nossos projetos. Se interessou pelo Junta Médica, desde que, é claro, o programa viesse patrocinado. Não me pareceu difícil. Eu já vendera o programa, quando ele estava no ar pela TV Gazeta, para grandes indústrias farmacêuticas, primeiro a Pfizer e depois a Biogalênica (hoje Novartis).

 

Foi então que o Waldemar nos disse que a nova rede de TV se chamaria “Rede Mulher”. Ele próprio sugerira isso aos Montoro, já que a Rádio Mulher, em outros tempos, fizera muito sucesso tendo, no seu cast, nomes como Hebe Camargo, Cidinha Campos, Claudete Troiano, Cynira Arruda e outras.

 

Para mim, aquilo soou como um sonho dourado. Eu, que sempre fora feminista, desde criança, que sempre lutara pela igualdade entre os sexos, só poderia mesmo ficar encantada com uma Rede Mulher de Televisão. Ofereci, então, a ele, o meu programa Condição de Mulher. E ele:

- E quem vai apresentar?

- Eu.

- Olha, filhinha – disse ele – lamento, mas não estou a fim de fazer experiências.

 

Fiquei ofendidíssima. Afinal, eu tinha  alguns anos de programas diários realizados em várias emissoras e com sucesso, com ibope e com patrocinadores excelentes, como a Johnson. Não me consideraria “uma experiência”.

Mas engoli o sapo.

4 mil programas

médicos na TV

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

aqui  veja o vídeo do Jantar (5 minutos)

 

Completei 4 mil programas de TV.
Para comemorar, o Dr. José Carlos Iglesias (médico nutrólogo e um dos donos dos Restaurantes Rubaiyat) e eu promovemos um evento .
Coquetel. Palestra. Jantar.

Para os médicos que mais prestigiaram o meu programa.

 

 

aqui veja a mini-palestra (6 minutos)

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

fotos : Iglesias e  uma nota publicada numa coluna social, em 1999, quando promovemos um outro jantar para médicos... Clique para ampliar.

 

 

Foi então que o Waldemar nos disse que a nova rede de TV se chamaria “Rede Mulher”. Ele próprio sugerira isso aos Montoro, já que a Rádio Mulher, em outros tempos, fizera muito sucesso tendo, no seu cast, nomes como Hebe Camargo, Cidinha Campos, Claudete Troiano,

Cynira Arruda e outras.

 

Vendi o patrocínio do novo Junta Médica, na Rede Mulher, para a então Sanofi Whintrop (hoje Sanofi Aventis) e começamos os preparativos para a estréia do programa junto com a estréia da nova Rede. Para apresentar o programa chamei os médicos Dr. Nabil Ghorayeb, Dra. Fátima Duarte e Dr. Romeu Meneghelo.

 

Uns dias antes da estréia, houve uma coletiva de imprensa na Rede Mulher.

No dia seguinte, todos os jornais diziam que a Rede Mulher chegava sem realmente acrescentar nada de novo à programação feminina das outras TVs.

Eu estava com o Leão Lobo (que também ia estrear junto com a Rede) no pátio da emissora. Comentei com ele:

- Leão, você viu? Os jornais estão dizendo que a Rede Mulher não trará nada de novo para as mulheres. Eu ofereci o meu programa Condição de Mulher ao Waldemar. O Condição ainda é uma proposta nova, mas ele não quis.

 

Eu não sabia. Mas o Percival, diretor comercial, estava escutando.

Naquela mesma tarde, o Waldemar me ligou:

- Filhinha, esse seu programa tem algo de novo mesmo para as mulheres?

- Claro, Waldemar.

- Então você vai estrear junto com a Rede. Venha amanhã de manhã discutir os detalhes do contrato.

Nossa! Fiquei radiante.

 

E, assim, no dia 8 de agosto de 1994, quando a Rede Mulher de Televisão foi ao ar pela primeira vez, lá estava eu. Meu programa Condição de Mulher ia ao ar em duas edições, de segunda a sexta: ao meio dia e às nove da noite.

 

Os primeiros anos da Rede Mulher foram muito bons. Já estavam lá o Alan, a Cinthya Magi, a Janir Fraga. Fizeram  programas na casa: Glauce Graieb, Mariza Leite de Barros, Fábio Arruda, Leão Lobo, Giba Um, Clodovil, Cristina Cairo, Solange Frazão, Márcia Goldschimit, Kátia Fonseca, Evê Sobral, Amália Rocha, Andréia Reis, Ricardo Côrte Real, Norma Blum e muitos outros.

Meu programa Condição de Mulher entrevistou, em 425 edições, muita gente legal, políticos importantes, de José Aristodemo Pinotti e Mário Covas à Zulaiê Cobra Ribeiro e Alda Marco Antonio e Luiza Erundina. Um montão de artistas, de Dercy Gonçalves (que me deu uma entrevista séria e sem gozações nem palavrões)  à Lolita Rodrigues. Cantores, como Jair Rodrigues, Ângela Maria, Claudette Soares e tantos outros.

 

Em 1997, Rosana Herman assumiu a diretoria artística no lugar do Waldemar de Moraes. Ela achava que o meu programa deveria deixar de ser diário para ser semanal. Eu preferi sair do ar e ficamos, Alvan e eu, apenas com o Junta Médica. Neste mesmo ano, fizemos um acordo com a Associação Paulista de Medicina e o Junta Médica se tornou “APM na TV”. Em 1998 o diretor da APM achou que poderia continuar o programa sem mim e sem o meu irmão e nos mandou embora.

 

Fui para a TV Gazeta onde fiz, em 1999, um quadro no programa “Mulheres”, na época comandado pela Ione Borges. Enquanto eu estava na TV Gazeta, a família Montoro vendeu a Rede Mulher para a Igreja Universal do Reino de Deus.

Um ano antes eu tivera um sonho: todo o cast da Rede Mulher estava na sala vip e eu, do lado de fora, no pátio. Cercavam-me centenas de pastores da Igreja Universal. O sonho não é tão premonitório quanto parece porque, há muito, eu via os representantes da Igreja entrando e saindo da emissora e circulavam boatos de que eles queriam comprar. Os Montoro acabaram vendendo.

O pessoal do meio fazia apostas. Os pastores – diziam – não iam manter a Rede Mulher, iam transformar tudo em programas da própria Igreja.

 

Lá se ia o meu sonho, pensava eu, pelo ralo.

E o meu sonho era dirigir a Rede Mulher. Fazer da emissora uma TV que atendesse às reais necessidades da brasileira, que discutisse os seus anseios, os seus problemas, muito mais do que simplesmente oferecer amenidades como receitas de bolo, fofoca de artistas e artesanato. Isso também, mas muito mais que isso.

 

Robertinho Montoro (a quem eu só tenho elogios e agradecimentos), o superintendente da Rede, dizia que eu faria uma “rede feminista”, mas não era essa a minha intenção. Muito além do feminismo, as brasileiras poderiam encontrar numa rede de TV orientações práticas para o seu dia-a-dia, desde as questões do trabalho, passando pela educação dos filhos e a economia doméstica, até as questões afetivas e sexuais. Coisas que nenhuma TV ousa discutir, até hoje. Tratei de deixar claras as minhas intenções. E, um dia, em fevereiro de 1999, um membro da família Montoro me disse:

- O Robertinho disse que se você conseguir um tal negócio (que não vou dizer qual era), o cargo do artístico é seu.

 

Mas um mês depois, quando eu estava conseguindo o tal negócio, a emissora foi vendida para a Igreja.

O novo diretor artístico, na nova administração da Igreja, era Guilherme Araújo, que fora diretor da TV Gazeta no tempo em que eu trabalhara lá, na década de 1980. Liguei pra ele e ofereci um programa de Saúde da Mulher. Tinha patrocínio dos laboratorios Organon. Ele me disse:

- Ótimo, Isabel. Vamos tirar do ar esse “APM na TV” e você pode entrar no lugar deles.

Assim, a APM, que me tirara do meu próprio programa, cedia novamente seu espaço a mim.

 

No dia 7 de novembro de 1999, estreou na Rede Mulher de TV, o meu programa Saúde Feminina, que ia ao ar aos sábados e aos domingos.

 

Um ano depois, a diretoria de emissora me chamou e me propôs que o Saúde Feminina se tornasse um programa diário.

E assim foi feito.

 

Fiz 1427 programas Saúde Feminina na Rede Mulher de TV, de novembro de 1999 a novembro de 2006.

 

Em 2001 a Rede Mulher se mudou do apertado prédio da Granja Julieta para o antigo prédio da TV Record, quase em frente ao aeroporto de Congonhas. Ficamos muito bem instalados, com 7 estúdios. Ronnie Von e Sula Miranda foram fazer seus programas lá. Vieram também Claudinha Pachedo, Liliane Ventura, Mirian Sobral, Ronaldo Esper, Mariana Dib.

Do tempo dos Montoro, permaneciam lá apenas a Cynthia Magi, o Alan e eu.

 

Fiz uma grande amiga nesses anos de Rede Mulher: Fátima Turci, apresentadora do programa Economia & Negócios, com quem, por muito tempo dividi o camarim.

 

Em 2006, propus ao superintendente da Rede que me desse a incumbência de fazer uma programação realmente voltada para os interesses da mulher brasileira. Apresentei um projeto. Ele gostou. Aprovou. Disse-me:

- Prepara-se: segunda feira você vai mudar de posição aqui na casa.

Mas na segunda feira alguma coisa mudara. Ele se desculpou. Disse que os seus superiores achavam “que ainda não era o momento”.

Mais uma vez, engoli o sapo.

 

A Rede Mulher de TV ficou 13 anos no ar e, na minha ótica, sem nunca chegar a ser realmente uma TV que atendesse aos anseios das brasileiras. Sem nunca merecer realmente o nome que ostentava.

Entretanto, nem posso reclamar. Sempre fui muitíssimo bem tratada na emissora. Pude fazer meus mais de 2000 programas. Fui feliz lá. Não atingi os meus objetivos, não realizei o meu sonho, mas realizei muitas coisas boas. Tenho, no computador, um enorme cadastro de telespectadoras que, de um jeito ou de outro, se beneficiaram do meu trabalho, o que muito me honra e me faz feliz. Convivi com médicos maravilhosos que emprestavam seu tempo e seu conhecimento para o nosso programa. Entrevistei pessoas inesquecíveis. Fiz amigos.

 

Em 2007 a Rede Mulher fechou as portas.Transformou-se em Record News, um canal de jornalismo da Rede Record. É o caminho que a administração do grupo escolheu.

 

E eu, que sou uma sonhadora incansável, espero que, algum dia, as mulheres brasileiras encontrem uma televisão que atenda às suas necessidades e anseios. Porque, por enquanto, não há nenhuma, em rede aberta. Justiça seja feita, uma TV que mereceria o nome de Rede Mulher é o canal a cabo GNT, da Globo, que começou sendo dirigido por Letícia Muhana e que contempla muitos assuntos de interesse feminino.

 

É preciso dizer ainda que o Waldemar de Moraes, o homem que “inventou” a Rede Mulher, se tornou um dos nossos melhores amigos. Frequentou a nossa casa, esteve sempre presente em momentos importantes da nossa vida e foi um amigo queridíssimo, um dos melhores. O mesmo homem que, um dia, me julgou “uma experiência”.

 

Depois da Rede Mulher, estive na AllTV, na Band e na Open TV e na Rede NGT de TV.

 

Veja também: 12 DE JUNHO,1984-2014 TRINTA ANOS DE TV

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Clicando na foto à esquerda, você assiste ao programa Condição de Mulher de 8 de agosto de 1995, quando a emissora fazia um ano de vida.

 

Clicando na foto à direita, você assiste ao programa Saúde Feminina  de número 1000, de janeiro de 2005.

 

 

 

 

 

 

 

Links que contam nossa história na TV:

 
 

Comente

programa médico

(Junta Médica)

 

programa feminista

(Condição de Mulher)

 

Alvan

 

História da nossa família na TV Brasileira

 

A série que se chamou

“Rádio Patrulha”.

 

 

Waldemar, pioneiro de Rádio e TV no Brasil.
Não sei se é pela crônica falta de memória do nosso país ou se por medo da morte que a mídia deixa de registrar o passamento de gente que foi fundamental pra construção da própria mídia. Dia 6 de Julho de 2011  morreu Waldemar de Moraes e ninguém avisou ninguém, família quase nenhuma. Waldemar foi pioneiro da TV, famoso na radionovela e inventou a Rede Mulher de TV.  Biografia do Waldemar

 

 

 

 

 

segunda-feira, 8 de agosto de 2016

Isabel escreveu:

Hoje a Rede Mulher de TV completaria 22 anos. Foi uma linda história. Orgulho-me de ter feito parte dessa história, desde o primeiro dia, como apresentadora e produtora.

 

Regina Rebello, Toninho Montoro e outras 37 pessoas

 

Maria Agnes compartilhou a sua publicação.

Muito Orgulho dessa família, que foi a Rede Mulher de Televisão. Garra, profissionalismo, competência e Inovação, marca registrada em toda a programação.
Valeu Isabel Fomm de Vasconcellos por manter viva a história dessa casa pioneira .
🎉🎉🎉🎉🎉

Isabel Fomm de Vasconcellos Obrigada, Maria Agnes! Nada disso haveria sem a família Montoro. FOi um tempo maravilhoso!

 

Adolfo Antonieti bom demais...

Sergio Roberto Costa Verdade eu tambem me sinto assim.

Andréia Ribeiro Reis Tenho muito orgulho de ter feito a abertura da Rede Mulher ao vivo dos estúdios em Araraquara. Fernando Mira na Direção.

Isabel Fomm de Vasconcellos Você, Andréia, e o seu Em Cartaz, foram a cara da verdadeira Rede MUlher, a do tempo dos Montoro e, depois, do Bispo João Baptista e do Luiz Cláudio Costa (depois, presidente da Record). Os outros, que dirigiram tb a rede, não tinham a cara das mulheres...

Andréia Ribeiro Reis
Realmente a equipe do Em Cartaz era maravilhosa. Saudades...
 

 

 

 

Comentários 2014 (20 anos de Rede Mulher)

 

 

de: elizabethkrausz@uol.com.br
Para: isabel@isabelvasconcellos.com.br
Assunto: Re: 20 anos da Rede Mulher de Televisão (resposta)

Nossa, gostei de relembrar todas as histórias da sua vida profissional.
Beijos. Beth

 

De: irineudecarli
Para: isabel@isabelvasconcellos.com.br
Assunto: Re: 20 anos da Rede Mulher de Televisão

Parabens quero mais 40 bjos irineu

 

De: Carlos Alberto Keidel
Enviada em: sexta-feira, 8 de agosto de 2014 09:37
Para: Isabel; carlos@miruna.com.br; saudelivros@isabelvasconcellos.com.br; marisamanso@prestonet.com.br
Assunto: Re: 20 anos da Rede Mulher de Televisão
Prioridade: Alta

Parabéns Bel pelo bom trabalho !!! veja como 20 aninhos passam rápido !!!!!!!!!! muuuuuuuita saúde e fecilicidades ........................abraços , Carlinhos..

Carlos A. Keidel
 

Guilherme Bonifácio

Faziamos televisão com qualidade na forma e no conteúdo a 20 anos atrás. Pena que nossa cultura não da valor a isso. Valorizamos os "Geraldos" e as "Lucianas" da Televisão.

Programa especial de primeiro aniversário da Rede e também do próprio programa Condição de Mulher,...

youtu.be/_bX7Eba3ma0?aTV

 
 
 

Andréia Ribeiro Reis Lendo seu relato viajei no tempo... entrei ao vivo de Araraquara no dia da estréia da Rede Mulher para anunciar o novo canal. Tenho muito orgulho de ter apresentado o boletim informativo A Mulher é Notícia, o Jornal da Mulher e o programa Em Cartaz!

 

Chris Ceneviva
14 de novembro de 2014 22:46
Saudades demais do EM CARTAZ !!! Era muito bom trazer o mundo da FOTOGRAFIA para as telinhas da REDE MULHER !!! Como crítica de Fotografia aprendi muito com uma equipe e com as experiências. Fotografar os apresentadores de vários programas em um dos aniversários da TV foi também muito gratificante. A Agnes nos dirigindo e Andréia Reis como ãncora!!! ...Bons tempos!!!
 

Marcia Rodrigues Von Neuber Tarot No próximo quero ir Isabel Fomm de Vasconcellos bjos

 

Marianna Dib Isabel querida..verdade nao lembrava..rsrsrs...beijao;;;saudades daquela época..bjjjj

 

Marcus Cacais tb fiz grandes amigos neste lugar maravilhoso que trabalhei por sete anos!

 

Isabel Nossa, Cacais, Leo, Mari, Mirinha... tantos amigos que nem dá pra enumerar... Eu me lembro que as merchandettes (pra quem não sabe, as moças que fazem comerciais ao vivo com os apresentadores), que frequentavam quase todas as TVs, diziam pra nós que a Rede Mulher era diferente, que lá não havia aquele clima de um querendo comer o outro. E era mesmo. Por isso fizemos amigos.

Moises Lucena Meu Deus, to ficando velho....... Grandes tempos de Rede Mulher.... Falei com o Ernandes hj sobre como era diferente o clima na emissora... Pelo menos as lembranças ficam, e os amigos tbm.....

  

Mundo Dos Livros A Rede Mulher tinha programas muito bons, mesmo para o público masculino.

 

Miriam Sobral Belzinha querida.......realmente só vc mesmo p lembrar dessa data!Eu que fiz parte durante 6 anos com os programas femininos,nemmmmmmm lembrava!hihihihihi...Aliás....Pelo menos uma boa lembrança diante de fatos tristes que estão ocorrendo com o grupo!Uma pena!Beijao grande p vc|!

 

Léo Casamayor Lembro pelos amigos que fiz,agora quanto ao restante,sexta vimos que continua tudo como sempre.Beijo