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BEAGANAS
GANA – GHANA (11 a 20 de dezembro de 2009)

 

 

por

Osmar A Marques


Objetivo: Cooperação Técnica Brasil Gana na Doença Falciforme
Participantes: Nélio – Nupad; Anna Bárbara, Luzia, Rubens e Osmar – Hemominas; Joice, Guilherme, Luciano
e Humberto - MS e Nelci – ABC

Sobre GANA:


Gana é uma República Presidencialista da África ocidental. Foi chamada de “Costa do Ouro” e é limitada por Burkina Faso ao norte, Togo ao leste, Costa do Marfim a oeste e o Golfo da Guiné ao sul. Accra é a capital

John Evans Atta Mills é o atual presidente e tem agradado ao povo. Há relatos que a violência diminuiu muito após a sua posse e que atualmente se pode sair tranquilamente à noite, sem ser assaltado. O povo é simpático e pacífico. Discutem, mas não há agressão. A diferença social é marcante e isto se nota na quantidade de vendedores presentes nas ruas, nas estradas e em qualquer lugar. Vende-se de tudo nas ruas: da água mineral em saquinho (10 pesewas), alimentos (chocolates, pães, doces...), passando por pacotes de papel higiênico.

Conquistou sua independência do Reino Unido em 06 de março de 1957, com o lema: "é melhor ser independente para governar sozinho, bem ou mal, do que ser governado pelos outros".
 

(Picasso 1907, fase africana)
Existem 49 “tribos”, e cada uma elege o seu Rei. O mais importante é o Rei do Ashanti, (que nos recebeu). É interessante conhecer uma “democracia monárquica”. O Rei convive muito bem com o Presidente. É muito preocupado com o ensino no país e patrocinador do time de futebol de Kumasi = Kotoko, que não está bem no campeonato. 

Funeral! Uma grande curiosidade. Uma grande festa. Uma grande comemoração sob as cores preta, vermelha e marrom. Ninguém pode ser enterrado antes do Rei. O que isto quer dizer? Que uma família pode esperar anos para enterrar o seu parente. Enquanto isto, o corpo espera pacientemente numa geladeira (dizem que é melhor não conhecer o local) ao preço de US$ 12 dólares por dia. E a cerimônia total, fica caríssima. Uma família pode desembolsar mais de 40 mil dólares para todo o ritual. Dizem que a família pode não ter dinheiro, mas que nesta hora todos se unem para ajudar. Parentes e amigos. Depois que conseguem enterrar, aí vem uma grande comemoração com festa, música, bebidas e muita gente. Notícia para as revistas locais.

A Moeda é o Ghana Cedi (1 US$ = ± Ghana Cedi 1,43), que é dividido em 100 pesewas. O salário mínimo está entre 80 e 100 dólares mensais. Conversando com um dos garçons do hotel que nos serviu um jantar quase à meia noite, nos informou que tinha chegado para trabalhar às 6 da manhã e que deveria voltar no mesmo horário no dia seguinte..., e concluiu: “em Gana é assim! O PIB per capita é de 600 dólares ano, mas pretendem chegar aos 1500 dólares até 2015.

Foi um país “exportador” de escravos que saíram do Cape Coast Castle e Elmina entre outros. Fato interessante é que muitos escravos libertos retornaram e como desaprenderam ou desconheciam as línguas locais, repetiam muito em português: “tá bom” e assim foram apelidados de os “tabom”.

O país tem 238.533 km² (cerca de 2,4 vezes menor que Minas Gerais) e 23.382.848 hab (estimativa de 2008).

A viagem
11 de dezembro – Belo Horizonte – São Paulo - Joahnesburg
Saímos para Confins às 12:30 hs (carona com Nélio – Nupad) e embarcamos às 15:00 hs, GOL, para São Paulo. Conseguimos embarcar as bagagens diretamente para Acra. O vôo São Paulo Joanesburgo – África do Sul, foi normal. Partimos às 19:00 hs e chegamos às 07:30 hs (horário local, com 04 horas de diferença para o Brasil. A mais..)

12 de dezembro – sábado – Joahnesburg - Accra
Como tínhamos vôo somente no final da tarde, resolvemos fazer um “city tour”. O aeroporto é muito bonito e amplo, mas se nota muita desorganização e excesso de controles. Como estarão prontos para a Copa do Mundo?
Depois de passarmos por vários controles internos (Humberto, Rubens e eu), fomos parados por um policial, à paisana, que perguntou rigidamente o que estávamos fazendo na África do Sul. Mostramos os passaportes de serviço e as passagens aéreas, mas não foi o suficiente. Pediu provas que realmente iríamos para Gana e “macarronicamente”, lembrei-me que tinha o programa do encontro e só assim o convenci que estávamos em missão...

Trocar dólares, foi muito interessante. Como não aceitam (nem na África do Sul, nem em Gana) os dólares antigos com carinhas (só aceitam os big faces...), senti-me rico, porém na pobreza total. Todas as minhas notas de dólares eram “small faces...”. Rubens e o Visa me socorreram. Aliás, muitos socorros ocorreram, porque passar um cartão de crédito também não é fácil.

E alugamos uma “Van”. E saímos para conhecer Johanesburgo. De cara, o guia nos informou que a maioria dos viajantes que chega de madrugada não vai para casa e dorme no aeroporto. O motivo é a corrupção excessiva. Os próprios policiais do aeroporto são acusados de informarem aos bandidos, as pessoas que aparentam ter bens e que serão assaltadas no caminho para hotéis ou suas casas...

A cidade é ampla, está a 1600 ms, tem 8 milhões de habitantes e o centro da cidade está dominado por gangues. Perigoso e tenebroso. Depois do centro, nos dirigimos para Soweto (South Western Town), onde vivem 4 milhões de pessoas (ricos, pobres e muito pobres). No caminho vimos enormes “montanhas” que se assemelhavam a aterros sanitários, mas que na verdade são formadas pelos restos das escavações das minas de ouro existentes. No Soweto conhecemos as casas onde viveram os prêmios Nobel da Paz: Nelson Mandela e o Bispo Desmond Tutu. O Apartheid Museum – testemunha de todos os horrores vividos pelo povo, é muito bem arranjado. Isto não impediu uma soneca durante a exibição de um filme...

Retornamos ao aeroporto onde preferimos almoçar e esperar o vôo. Que saiu às 18:00 hs. Chegamos em Gana – Accra às 22:00 hs (02 hs a menos que na África do Sul, mas 02 a mais que no Brasil). Aí, coisas começaram a acontecer. Primeiro, a recepção pelo representante do Embaixador do Brasil. Foi enviado um “clone do Mr. Bean”, que truculentamente tentou passar pela polícia local, sem dar bolas. Moral: passou uma vergonha danada e quase provocou um incidente diplomático. Os policiais, com uma truculenta à frente, mandou- nos passar pelos procedimentos padrões. Concedeu uma “guarita” especial para nós, mas que demorou mais que nos procedimentos dirigidos a todos os passageiros. Saímos depois de todos, com o aprendiz de representante blasfemando contra todas as gerações de Gana. Que eram isto, que eram aquilo, que comeram todos os animais que existiam no país, por isto não havia mais safáris, etc... etc.... Finalmente, no Airport West Hotel. Finalmente, mas não sabemos o por quê, misteriosamente, nossas reservas haviam evaporado. Éramos um time de sem hotel. Depois de jantar e muita conversa, conseguiram hospedar uma parte no Holliday Inn, quase à uma da madrugada. Ótimo, mas não pudemos aproveitar nenhuma facilidade. Só a troca de alguns dólares por Gana Cedis e voltamos para o Airport onde nos hospedaríamos por 02 noites. Tudo a preços bastante salgados. Entre 150 e 180 dólares por apartamento...

13 de dezembro – domingo – Accra – Cape Coast – Elmina - Accra
A primeira reunião prevista foi desmarcada. Partimos para o Cape Coast. Cerca de 02 horas de viagem, que aconteceu com tranqüilidade. Na estrada asfaltada, vários painéis informando que a velocidade alta mata e: aqui morreram 12 pessoas, aqui morreram 03, aqui morreram não sei quantas... Hummm.. Paisagem interessante e muitas cenas ganenses.

Conhecemos o Castelo que foi dos portugueses, suecos, holandeses e dinamarqueses. Não forçosamente nesta ordem, mas todos com o intuito de ganhar dinheiro com o tráfico de escravos. Impressiona pela capacidade do “homo sapiens” de barbarizar e torturar o semelhante e depois vendê-lo em troca de qualquer coisa. O local de armazenamento de homens e mulheres (separados), é indescritível. Escuro, úmido e nauseabundo. Amontoavam as pessoas, que aí tinham que “sobreviver, convivendo com seus dejetos. Nos cantos e no meio, havia valas para escoar urina, fezes, vômitos... E no final de tudo, a porta designada “door of no return...”, que os levava aos navios...

O almoço foi num restaurante em Elmina (onde também saiam escravos). Sentei-me ao lado de um jornalista, Ebo Quansah (ler Ebu Quansá). Ebo, na língua dele quer dizer 3ª feira. Muito engraçado, de riso solto, bebedor da Stone Beer (good! good! Ahrááá) e exímio jogador de Oware (jogo de estratégia, com 12 “casas” sendo 06 de cada jogador). Em cada casa (espécie de depressão na madeira), se coloca 04 sementes). E aí o jogo começa... Interessante saber que muitos Ganenses tem no nome, o dia da semana que nasceu.

Almoço terminado (18:00 hs), enfrentamos as 02 horas de retorno e pequena reunião no hotel, para sabermos as atividades do dia seguinte.

14 de dezembro – 2ª feira - ACCRA
Houve alteração na programação matinal. Foi solicitada uma sala no hotel e Dr Frempong falou para toda a equipe sobre a situação da Anemia Falciforme em Gana, onde somente 2% sobrevive após os 05 anos de idade. O projeto para Hemocentros em Gana seria para as cidades de Accra, Kumasi e Tamale. Tem a intenção de construir postos de saúde para descongestionarem os hospitais. Em Kumasi há 06 hospitais treinados para serem postos de saúde. Podem ter pessoas treinadas para atenderem pacientes de Anemia Falciforme nestes postos. Gostariam de fazer nos moldes da Hemominas, com atendimento também para Hemofílicos (que não sabem quantos existem). Em Kumasi, a pessoa a ser convencida é o Rei, que tem a última palavra.
Almoço com saborosa comida típica no Restaurante “Maquis Tante Marie”.
No caminho, vimos uma nuvem de Morcegos enormes. Uns 40 centímetros de envergadura. Diz a lenda que no dia que um Rei morreu neste palácio, os morcegos chegaram e nunca mais saíram deste local. Interessante que voam, mesmo de dia, aos milhares. Acho que não existem predadores. Seguramente que para o “Mr Bean da embaixada”, os Ganenses comeram todos...

Às 15:30 hs, fomos para o Ministério da Saúde, recebidos pela Dra Jennifer Brown Aryee – Coordenadora de Ajuda Externa do MS de Gana. Anna Bárbara fez apresentações sobre a atuação do MS e Hemominas. Ficou claro que houve má comunicação em Gana com mal estar gerado entre partes, mas após as apresentações, ficaram de acordo.

15 de dezembro – 3ª feira – Accra / Kumasi
Vários desencontros referentes ao programa e finalmente nos dirigimos ao MS, onde almoçamos quentinhas, apressadamente na mesa de reuniões, entre apresentações do Guilherme e da Anna Bárbara. Ao final houve um grande mal estar. Dra Justine – Diretora do National Blood System e Abraham – MS foram relutantes ao projeto de cooperação. Para não perdermos o avião Acra – Kumasi, foi marcada nova reunião para a 6ª feira à tarde. Vôo normal com saída às 16:30 hs e chegada às 17:15 hs. Mas antes do embarque, uma situação curiosa: todos tivemos que tirar sapatos, cintos, carteiras dos bolsos e relógio para passar no Raio X.. Hospedagem no Minklin Hotel. À noite, reunião no hotel, com tentativa de definir entrega da obra para final de 2010. Tentativa...

16 de dezembro – 4ª feira – Kumasi
As 09:40 hs teve início reunião em sala própria no Komfo Anokye Teaching Hospital (KATH). O nome Komfo Anokye foi dado em homenagem a um Feiticeiro chamado Anokye. Moderna e belíssima parte do Hospital, inaugurada em novembro de 2009 (construído com dinheiro dinamarquês alemão) por empresas contratadas em Gana, sob supervisão de alemães. Não há muito movimento de pacientes.
Seguimos para o Sunset Hotel, onde foi feita a apresentação de representantes de vários hospitais (parece que 14). Falaram, Karikari sobre as necessidades de Gana e Frempong sobre a vinda da equipe. Shirley Owusu Ofori apresentou dados sobre coletas e transfusões em Kumasi, Guilherme sobre o MS e Anna Bárbara sobre a Hemominas.
Logo depois do almoço, no Sunset, visitamos o terreno cedido pelo Rei Otumfuo Osei Tutu II, para a construção do Hemocentro. Informaram que deve ser previsto 18 ms de afastamento do lado que está sendo construído, há anos, o hospital pediátrico e na parte baixa do terreno, será necessário deixar afastamento de cerca de 12 ms, para a rua que será aberta. Abadoo, Engenheiro informou que pretendem construir um biodigestor para o hospital e que será possível prever tratamento de esgoto também para o Hemocentro.
Após a visita ao terreno seguimos para o Hotel com a finalidade de colocarmos a roupa de ver o Rei. Devidamente vestidos, fomos visitar uma Maternidade (a parturiente é liberada 6 hs após parto normal. Só 20 % de cesarianas). Na parte que está funcionando, tem 17 leitos. Mostraram o esqueleto do prédio em construção, mas sem previsão para término. Vimos até 04 pacientes por quarto. Muito calor. Ventilador de teto e mosquiteiros nos quartos. Visitamos o Museu do Rei e em seguida a recepção. Acho que único compromisso que começou na hora: 18:00 hs. No ritual, o Rei dos Ashanti nos recebeu inicialmente numa enorme sala, onde nos cumprimentou individualmente. Com uma espécie de túnica azul estampada, sentado num trono, com uma presa de elefante de cada lado e atrás o símbolo real: uma espécie de capacete. Passamos para a 2ª sala, onde foi servido um brinde. Champagne Veuve Clicquot entre outras coisas. Com taças nas mãos, passamos para a 3ª sala, onde o Rei e algumas pessoas falaram. Na 4ª sala, jantamos. “Sous plat” de ouro. Mesa para 39 pessoas. O Rei ao centro de uma mesa em forma de meia lua e os convidados em volta. Éramos 26. Cardápio internacional. No 5º salão foi servido o aperitivo e chá. Em seguida passamos para uma ante-sala onde foram feitas as fotos com o Rei e o grupo. Algo mais? Dormir...

17 de dezembro – 5ª feira – Kumasi – Accra
09:00 hs fomos para a parte velha do Hospital. Visitamos algumas alas. Entrada do ambulatório cheia de gente. São 1000 leitos na parte antiga + 280 na parte nova. O hospital é referência para o país, inclusive para países vizinhos. Super lotado. Visitamos também as antigas instalações do Banco de Sangue e as novas na parte recém construída. Muito caminho a percorrer. Com o tempo escasso, nos reunimos com Karikari, Shyrlei, Frempong, Tettey e o Diretor que desejou que voltemos para nosso país com boas memórias. Conversamos sobre as necessidades para a construção (de 10:55 às 13:35 hs). De taxi, fomos para a casa do Dr. Kantinka , que nos convidou para o almoço. Calculo que percorremos pelo menos uns 10 km. Foi cobrado 3 Cedis pela corrida. Kantinka, de acordo com seu filho, o advogado e dono de pedreira Kwabena Fordwor (Kwabena = 5ª feira), significa “homem que fala a verdade”, é braço direito do Rei. Perguntado como se escrevia o nome do seu pai, escreveu: - Kantinka, Dr, sir Kwame Dowkoh Fordwor (Kwame = sábado). O almoço foi realizado em tendas, armadas no jardim e sentei-me ao lado de Kwabena e da Técnica de Laboratório Delaena Ocloo (Delaena = presente de Deus) que prefere ser chamada de Dela e já esteve em Belo Horizonte para treinamento do teste do pezinho. Do almoço diretamente para o aeroporto onde novamente tivemos que tirar sapatos, cintos, relógios e carteiras dos bolsos... Vôo tranqüilo.

18 de dezembro – 6ª feira – Accra
Na parte da manhã, só esperamos. O almoço foi num restaurante demoradíssimo que deixou nosso anfitrião, Nana Tettey (nana = rei), apelidado de Eddie, irritadíssimo. Após o almoço, fomos para o MS onde teve início a reunião de conciliação com Dra. Justine. Antes, Eddie nos falou que Justine viria para o Brasil em novembro, junto com a Shirley, mas isto não foi possível porque somente uma voltaria viva – Justine !!! Hahahaa. E que cara feia. Anna Bárbara explicou sobre a ABC e o acontecido em Kumasi. Frempong informou que com o teste do pezinho bem feito, muitos derrames seriam evitados e a necessidade de terem hemocentros para receber pacientes. Justine, bem mais relaxada e com uma veste verde imponente falou que só foram avisados na véspera da nossa vinda e que muitas discussões já tinham acontecido. Se dispôs a colaborar. E posou para fotos. Final feliz... (16:20 às 18:00 hs).

19 de dezembro – sábado – Accra
Dia livre para comprinhas num mercado artesanal, visita ao Accra Shopping com almoço.
Às 19:30 hs, saída para o aeroporto com vôo previsto para 23:00 hs...

A continuar...

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

– BEAGANAS –

21 DEZ 09

Twi – Língua do Rei de Ashanti
• Akwuaba = Akwaaba = Seja bem vindo.
• Medawo Ase (Som = Medá cê ) = obrigado
• Yoo (iúu) = Okay
• Me Ma Wo Akye (Me Mao Atchi) = Maa Kye (Mátchi) = Bom dia!
• Mêpátchá = Por favor
• Crá crá crá = mais ou menos

 

 

Língua do Jornalista = Linguas Twi + Fanti = Akan (Cape Coast)
Nome do Jornalista Engraçado = Ebo (3ª feira) Quansah (Ebu Quansá)
Obs.: Interessante que foi o Ebo que me passou os dias da semana abaixo e Ebo não está presente.
• Ye Fre Wo Sem? (Ièfreusein) = Qual o seu nome?
• Ye Freme (Ié Freme) = Meu nome é...
• O jogo com as bolinhas = oware
o Domingo = Kwsiada (cusiadá)
o 2ª = Dwowada (duadá)
o 3ª = Edenada
o 4ª = Wukuada (ucuadá)... “U quê? Tô fora...”. Cortei a 4ª feira do calendário...hahaha
o 5ª = Yawada
o 6ª = Fiada
o Sábado = Memenda

 

 

Tribo do tradutor = Ewes (“inimigos” dos Ashanti) - Língua = Onlonga
Tradutor = Anthony Kwame King (Kwame = sábado)
Tradutora, Mulher do Tradutor (de Araguari – MG) = Surama King
Awesome (Uêzom) = Seja bem vindo

 

 

Dias da semana:

Masculino Feminino
Domingo Kwesi (cuessí) Akoswa
2ª Kojo (codjo) Adjoa
3ª Kwabena Abena
4ª Kuwhe Akwa
5ª Yawo (iáu) Yaa
6ª Kofi (Kafi) Afia
Sábado Kwame Ama

Alguns Nomes:
• Delaena (God has given) Ocloo = Técnica, 50 anos, que esteve no Brasil (da Região do Volta). Prefere ser chamada por “Déla”.


• Kantinka (Homem que fala a verdade) = Kantinka, Dr, Sir Kwame (sábado) Donkoh Fordwor - Chairman of the Board of Directors – Sickle Cell Foundation of Ghana
 

• Filho do Kantinka = Kwabena (3ª feira) Fordwor
 

• Tenista (Diretor do Ghana Commercial Bank Ltd. = Peter N. A. Mensah
 

• Kuaku Ohene-Frempong (Sickle Cell Foundation of Ghana) - Director Sickle Cell Center – Children’s Hospital of Philadelphia - Pennsylvania
 

• Shirley Owuwu Ofori = Médica KATH - Kumasi - esteve em BH
 

• Patrick E. Karikari - (Dentista, Diretor KATH - esteve em BH)
 

• Edward J. Nana Tettey – (Eddie) – Director Sickle Cell Foundation
 

• Filho do Tettey = Nana Ofori Tettey (Nana = príncipe)
 

• Jennifer Brown-Aryee (External Aid Coordinator – MOH)
 

• Justine Ansah = Director NBS (Médica Brava que se tornou colaboradora na 2ª reunião)
 

• Lucy A. Akwoko = Head Accra Aves Blood Centre (amiga da Justine brava)
• Rei do Ashanti = Otumfuo Osei Tutu II

Komfo Anokye Teaching Hospital = Kath (Komfo = feiticeiro)

Osmar – 07 JAN 10
 
 

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o Sil Diaz Un grande osmar!!..
 

Analia Blanco
Parabéns prima, a publicação ficou muito boa, que maridão supimpa que tenho!
 

Luciene Almeida de Figueiredo
Ah Osmar Marques tão África...