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#VaiPorMim

 

Tarsila do Amaral Família, 1925

“O câncer é uma doença que atinge não só o paciente, mas a todos a sua volta. No caso da neoplasia de intestino, quanto antes a doença for identificada melhores as chances do tratamento e de cura. Por isso vamos sensibilizar as pessoas por meio da única voz que elas escutam: a da própria família”

– Dra. Angelita Gama

 

Terceiro tipo mais frequente em homens e o segundo em mulheres no Brasil, o câncer de intestino acomete mais de 32mil pessoas todos os anos. Se descoberto precocemente, pode ser curável, mas infelizmente como muitos pacientes são diagnosticados tardiamente, a doença ainda é fatal em 43% dos casos.

Por causa disso, a Associação Brasileira de Prevenção ao Câncer de Intestino – ABRAPRECI apoia o Movimento #VaiPorMim, que tem o objetivo de sensibilizar a sociedade para a seriedade do câncer de intestino, engajando a família na prevenção e diagnóstico precoce.

Trata-se de uma iniciativa da Johnson & Johnson Medical Brasil e Roche, com apoio da ABRAPRECI, Sociedade Brasileira de Coloproctologia e NewContent. Focada nas mídias digitais, #VaiPorMim aborda o tema de forma simples e interativa, com histórias reais de famílias que passaram pelo câncer de intestino.

O Movimento convida as pessoas a gravarem um vídeo incentivando aqueles que amam a cuidar da saúde fazendo exames preventivos e buscando o diagnóstico precoce.
O vídeo ficará disponível no site
www.movimentovaipormim.com.br


No vídeo de divulgação da campanha, familiares de pacientes contam emocionados como foi enfrentar o diagnóstico do câncer de intestino e apoiar quem tanto amam em um momento difícil. “Foi bem duro, com filhos tão pequenos e tanta incerteza do futuro. Você pensar em um câncer, com menos de 40 anos, cai na vida do casal como uma bomba”, relata Antônio Sérgio, marido da Adriana, que descobriu o câncer em 2009, aos 39 anos. Após sentir muitas dores abdominais, o médico sugeriu uma colonoscopia que detectou a doença. Sabendo da gravidade do tumor, Adriana pediu ao pai que também fizesse o exame: deu positivo.

Ele iniciou o tratamento e, como a filha, conseguiu se livrar da doença. Histórias como essa, poderiam ter desfechos infelizes, caso o câncer não tivesse sido descoberto precocemente.

“Convidamos todos os brasileiros a se juntarem a nós nessa iniciativa e gravarem seus próprios vídeos fazendo esse apelo de cuidado pela família e, ao

compartilhá-los, utilizar #VaiPorMim” diz a Dra. Angelita Gama.